terça-feira, 9 de agosto de 2016

DE MOTORHOME PELA CALIFÓRNIA


Aproveitamos o feriado do Memorial Day para realizar uma viagem que estava na minha travel bucket list (link aqui) – Sair de motorhome pela Califórnia.


 





 

Preparativos Iniciais:

Baixamos no celular o aplicativo Koa, onde se pode pesquisar os campings da região que você pretende visitar.

Alugamos nosso RV - Recreational Vehicle (ou motorhome, ou ainda trailer) em uma empresa localizada em Sacramento chamada Happy Daze RV’s. Eles forneceram um pequeno treinamento sobre o funcionamento do veículo, principalmente no que diz respeito às conexões de energia, água e esgoto.

Fizemos compras no Walmart, pois apesar de haver restaurantes e lanchonetes nas estradas, decidimos fazer todas as refeições no próprio motorhome.

Levamos alguns pratos já prontos, principalmente aqueles que exigiam preparo mais demorado ou com maior número de ingredientes.

O RV era super bem equipado, mas além de travesseiros, toalhas e lençóis, levamos também uma cafeteira, uma churrasqueira e banquinhos.

Nosso grupo era grande – 6 adultos e 2 crianças. No vídeo abaixo mostro como era nosso trailer por dentro:


 

 


Na Estrada

DAY 1

Saímos de Davis por volta das 5 da tarde.

Após três horas e meia de viagem, chegamos no Yosemite South Coarsegold Camping, do grupo Koa (do aplicativo que falei acima).

Pagamos 97 dólares com direito a full hookups, ou seja, com direito a conexão de energia, abastecimento do reservatório de água e utilização da dump station, que é a retirada dos dejetos.






Jantamos no motorhome uma comidinha bem brasileira.

O camping era bem grande, com lavanderia, piscina e clube. Mas como nossa intenção não era aproveitar o camping e sim cair na estrada, apenas passamos a noite e de manhã partimos cedo.
 

DAY 2

Após tomarmos café no trailer, seguimos viagem em busca das tão famosas sequoias gigantes de Nelder Grove, na região do Yosemite National Park.

Após estacionarmos nosso RV, fizemos uma trilha, onde, maravilhados, encontramos lindas e seculares sequoias.

 

 
 
 
Almoçamos no trailer e seguimos viagem em direção ao Sequoia National Park.

Pegamos uma estrada super sinuosa, com vários abismos. Tomás acabou passando mal. Apesar do contratempo, fomos brindados com uma paisagem deslumbrante.

Passamos a noite no Lemon Cove Village RV Park. Pagamos 37 dólares sem direito a hookup, pois fizemos a reserva tardiamente e estava lotado.

 

O camping era pequeno, e por conta do barulho, o uso de gerador depois das 10 da noite não era permitido.

Fizemos churrasco, as crianças brincaram de bola e jogamos conversa fora até tarde da noite.

DAY 3   

Tomamos café no trailer e pegamos estrada em direção ao Death Valley.

Durante a viagem, a vegetação mudou completamente. Estávamos no Mojave Desert.


Após cerca de 3 horas, resolvemos parar no Red Rock Canyon State Park. Fizemos um delicioso churrasco com vista para as belas formações rochosas do canyon.
Turma reunida pro churrasco


 
 
Depois do almoço, fomos visitar o Death Valley, que é o ponto mais abaixo do nível do mar dos Estados Unidos. Impressionante.

 
 
 
De lá, seguimos para o Panamint Springs Resort, um camping com vista para o vale, no meio do deserto.


 

Pagamos 35 dólares com direito a hookup.

Céu estrelado e crianças assando marshmallow na fogueira. Pra que mais??
 

 


DAY 4

Pegamos estrada de volta pra casa. Optamos por pegar um caminho diferente do que havíamos feito para chegar onde estávamos.

E, mais uma vez, a vegetação mudou. Estávamos em uma região de lagos, cercada por montanhas com neve e pinheiros de diversos tons de verde.



 

Paramos às margens do Mono Lake e almoçamos.

 
 

Seguimos viagem. Após 1.100 milhas percorridas e um sonho realizado, chegamos em casa às 8 da noite.

 

 

 

 

domingo, 24 de julho de 2016

DE VOLTA PRA CASA


Quando decidimos morar no exterior, pesquisamos vários blogs com relatos, dicas e conselhos de brasileiros que mudaram de país.

Entretanto, nunca li nada sobre a volta pra casa, que também requer preparação, organização e paciência. Por isso, resolvi fazer este post, para ajudar aqueles que em breve estarão de volta ao aconchego do lar.

Há várias providências a ser adotadas além de cancelar planos de saúde, TV a cabo e devolver o imóvel alugado. E tudo tem que ser pensado com antecedência.
 

1.       Carro

Havíamos comprado nosso carro à vista, logo que chegamos, pois não tínhamos histórico de crédito que nos permitisse fazer um financiamento. Vendemos na CarMax, uma empresa que está presente em várias cidades dos Estados Unidos e que compra e vende carros usados.

Fomos em um dia para eles fazerem a avaliação, que tinha validade de uma semana. Como o carro foi bem avaliado, voltamos lá alguns dias depois e saímos com o cheque nas mãos. Rápido e sem complicação. Não precisamos sequer ir no DMV (Department of Motor Vehicles, o Detran de lá) para fazer a transferência da titularidade. Eles providenciaram tudo.
  

2.       Móveis

Como disse no post em que falei sobre a nossa mudança (link aqui), compramos móveis e vários utensílios domésticos. Pensamos em mandar tudo para o Brasil, em um container, mas desistimos devido à burocracia a que estaríamos sujeitos.

A exemplo da viagem de ida, no retorno somente poderíamos despachar duas malas cada um, decidimos vender o que não seria possível levar. Com o dólar nas alturas, pagar excesso de bagagem não compensaria.

Utilizei alguns aplicativos semelhantes à OLX. Foram eles: OfferUp, Letgo, Close5 e Craigslist. Além disso, entrei em vários grupos de vendas do Facebook, não só da minha cidade como das localidades vizinhas. E consegui vender praticamente tudo.
 

3.        Malas

Por falar em malas, tínhamos vontade de levar muitas coisas, mas o limite para toda a família era de 6 malas de 32kg cada. Pode parecer muito, mas quando começamos a colocar roupas (inclusive as de frio), sapatos, brinquedos, começamos a nos desesperar.

Primeira providência foi comprar uma balança digital. Pagar pelo excesso de peso estava fora de cogitação.

Depois, seguindo a dica de uma amiga, compramos sacos Ziploc que reduzem o volume da bagagem. Funciona assim: Você coloca no saco as roupas que ocupam mais espaço, como casacos e moletons. Com um aspirador de pó, você retira todo o ar do saco. A pilha que antes era gigante fica bem pequena. E o melhor: o saco pode ser reutilizado. Comprei vários e reduzi o volume das minhas malas a ponto de conseguir trazer até um tapete!!!
 


Balança




Malas Prontas!!

























4.       Consularização de Documentos

No post que falo sobre a escola do Tomás (link aqui), expliquei quais documentos precisei levar do Brasil. Fazendo o caminho inverso, também precisei adotar algumas providências exigidas pelas escolas brasileiras, a saber, a consularização dos documentos escolares emitidos no exterior (diplomas, certificados ou boletins).

O consulado brasileiro mais próximo da minha cidade era o Consulado do Brasil em San Francisco, que ficava a mais ou menos 1 hora e meia de carro. Eu poderia fazer todo o trâmite via Correios, mas preferi fazer pessoalmente.

Para consularizar documento escolar, é necessário que o documento seja assinado pelo diretor da escola, tenha sido impresso em papel timbrado e contenha carimbo da instituição. Paga-se o valor de 5 dólares por documento e o recebimento é em 10 dias úteis. Para esse tipo de serviço não é necessário agendamento, mas deve-se observar o horário da distribuição de senhas no consulado.



Aproveitei que estava no consulado e solicitei o atestado de residência. Trata-se de um documento emitido em nome daqueles que residiram pelo menos um ano ininterrupto no exterior. Viagens ao Brasil, de curta duração, não prejudicam a emissão do documento. Para solicitá-lo, levei as últimas 12 contas de energia emitidas em nome do meu marido, além dos contratos de aluguel (esses apenas por precaução). Paguei uma taxa de 15 dólares e recebi também em 10 dias úteis. Utilidade do documento? Quando chegamos em São Paulo, ao passar na alfândega com malas gigantes, o fiscal da Receita fez menção de nos encaminhar para a revista de bagagem. Com o atestado em mãos desde que descemos do avião, dissemos apenas: -Estamos de mudança! E mostramos o documento. Seguimos em frente, junto com os demais.

   

 

 

   

sábado, 16 de julho de 2016

15 CURIOSIDADES SOBRE A VIDA NOS ESTADOS UNIDOS


Estou de volta ao Brasil.

Depois de morar 6 meses no Texas e 1 ano na Califórnia, resolvi fazer um apanhado de “curiosidades” sobre os mais diversos aspectos da vida por lá.

Vale lembrar que as impressões que colhi são próprias das duas cidades em que vivi, que não são nada turísticas. A realidade pode ser bem diferente em outras localidades.


1.       Eles não usam Whatsapp.

A grande maioria das pessoas não sabe sequer que aplicativo é esse.

 

2.       Na escolas, existe o “Homework Pass”.

É um passe que dá direito ao aluno de não fazer a tarefa de casa. Normalmente, a professora distribui homework passes no Natal, no Valentine’s Day e como prêmio de bom comportamento ou participação em sala de aula. Tomás chegou a acumular 14 passes!!

 


 

 

3.       As crianças não usam mochila com rodinhas para levar o material escolar.

Todas as crianças, mesmo as pequenas, usam mochila nas costas.

 

4.       Meninas jogam futebol.

É muito comum meninas jogarem futebol. Tomás fez escolinha de futebol e era o sucesso do grupo, por ser brasileiro. O time era misto e gol de menina valia 2 pontos!!

 

5.       Os americanos usam as garagens como depósito.

A maior parte das pessoas deixa o carro na rua, pois as garagens são tão cheias de coisas que não tem espaço para os carros.

 

 

 

6.       Os restaurantes tem mais de um cardápio.

Muitos restaurantes tem um cardápio para o almoço e outro para o jantar. O menu do almoço é composto, normalmente, de sanduíches e saladas.

 

7.       Os americanos jantam cedo.

Às cinco da tarde os restaurantes já estão lotados e a maioria fecha antes das 10 da noite.

 

8.       Não há frentistas nos postos de gasolina.

Aprendi a abastecer e esta é uma tarefa bem simples. Já cheguei a ir em supermercados com empacotadores, mas nunca fui em um posto de gasolina com frentista.

 

9.       Poucas são as lojas que fazem embalagem para presente.

    Puxando pela memória, consigo citar apenas a Barnes & Noble.

 

10.   As pessoas só montam a decoração de Natal no sábado seguinte ao Thanksgiving.

    Como no Brasil a decoração de Natal é montada no começo de novembro, estranhei o fato de não ter nenhuma casa ou loja enfeitada antes do Thanksgiving.

 

11.   Ao devolver uma mercadoria, você recebe o dinheiro de volta.

Em qualquer estabelecimento, se você devolver uma mercadoria, você tem o direito de optar entre trocar o produto ou receber seu dinheiro de volta.

    

12.   As pessoas usam muitos cupons.

Você já assistiu ao programa de televisão Cupom Mania? Pois os cupons são realmente uma febre nos Estados Unidos. Lojas, farmácias, supermercados, oficinas mecânicas, salões de beleza, todo lugar distribui cupons. E os cupons são bem aceitos. Nenhum vendedor faz cara feia quando você diz que tem um cupom de desconto. Você até encontra para vender pastas para colocar e organizar seus cupons!

 

13.    Chuva nos supermercados.

Nos supermercados daqui vejo frequentemente empregados com um spray jogando água nas frutas e verduras, para manter o frescor e a boa aparência dos produtos. Nos supermercados de lá chove nas gôndolas e tem até barulho de trovão e luzes imitando raios! Gravei um vídeo no Safeway, o supermercado que eu costumava ir em Davis:

 

 

14.   Ninguém está livre de golpes.

Ao contrário do que se possa imaginar, enquanto moramos nos Estados Unidos, recebemos várias telefonemas e e-mails com tentativas de golpes. Em uma das vezes, o golpista dizia ser funcionário do IRS (Internal Revenue Service, o órgão do governo responsável pelo recolhimento de impostos) e informava que estávamos devendo mais de US$ 7,000.00 e que iríamos ser presos caso não providenciássemos o pagamento. Pesquisando na Internet, vi que a maioria dessas ligações são oriundas de países como a Índia, o que dificulta o trabalho da polícia americana.

 

15.   Eles não ligam para aparência.

Você pode sair na rua de pijama, com roupa rasgada ou com cabelo azul e não vai receber qualquer olhar de reprovação. As pessoas usam o que as fazem se sentir bem.  

 

 

  

terça-feira, 5 de julho de 2016

DIÁRIO DE BORDO - SAN JOSÉ, CALIFÓRNIA


San José é a terceira cidade mais populosa da Califórnia, ficando atrás apenas de Los Angeles e San Diego.

Aproveitamos um final de semana para conhecê-la.
 

DAY 1

Saímos de Davis às 4 da tarde. Após 2 horas de viagem de carro, chegamos a San José.

Fizemos check-in no Hotel Hyatt Place. Muito bem localizado, mas café da manhã sem muita diversidade e quarto sem cofre e com frigobar vazio.

Depois de nos acomodarmos, seguimos para o SAP Center, onde assistimos ao show de Andrea Bocelli. Apresentação incrível da turnê “Cinema”.
 
 
 

Terminado o show, muitos restaurantes já estavam fechados. Jantamos no Morton’s Steakhouse. Comida boa mas pratos bem caros.

DAY 2

Tomamos café no hotel e fomos para a Winchester Mistery House. Mansão de 160 cômodos, originalmente de propriedade da esposa do industrial de armas William Winchester, fabricante dos famosos rifles Winchester.

A mansão é supostamente assombrada pelos fantasmas das pessoas mortas com os rifles Winchester. Após consultar um psiquiatra, a esposa do industrial foi aconselhada a manter a casa em obras, 24 horas por dia, enquanto fosse viva, o que afastaria os espíritos.  E assim foi feito, por ininterruptos 38 anos, até a sua morte em 1922.
 





 

 
 
 
 
 
 
 
A visita guiada custou $36,00 (adulto) e $26,00 (criança de 6 a 12 anos) e é possível visitar também o Museu das Armas Winchester. A mansão possui ainda café e lojinha. Fotos e filmagens não são permitidas no seu interior. Passeio bem interessante.

Almoçamos no restaurante português Adega. Comida e atendimento excelentes e preço justo.

À tarde fomos para o The Tech Museum of Innovation, uma espécie de museu de ciências interativo. Tomás adorou.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
À noite jantamos no restaurante espanhol Picasso’s. Muito bom.

DAY 3

Tomamos café no hotel, fizemos check-out e fomos até a pequena cidade de Palo Alto, que fica a aproximadamente 40 minutos de San José.

Chegando lá, visitamos a Stanford University, uma das mais conceituadas universidades americanas.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Almoçamos no centro de Palo Alto, no restaurante italiano La Strada. Comida razoável.

O centro de Palo Alto é bem movimentado e repleto de lojas, cafés e restaurantes. Após uma voltinha, seguimos viagem para casa.
 
 
 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

CURIOSIDADE: VIDA NOS ESTADOS UNIDOS - LIXO



Como em Austin/TX morávamos em apartamento, nunca me atentei para o assunto “lixo”.
 
No corredor do nosso andar havia uma sala. No fundo dela uma parede com uma espécie de gaveta. Bastava abrir a gaveta (a qualquer hora e a qualquer dia) e jogar o saco de lixo dentro. Pronto. Simples assim.

Suponho que a tubulação por onde o saco descia até o térreo levava meu lixo para um container, de onde era recolhido pela Prefeitura. Nunca fui atrás de saber.

Em Davis/CA estamos morando em casa. Por isso, além de estar atenta para jardim, quintal e para toda uma área várias vezes maior que o apartamento, tive que me informar sobre o sistema de coleta de lixo. E estou expert no assunto.

Aqui o caminhão do lixo só passa uma vez por semana. Sim, também me surpreendi quando soube. Mas passado o pânico, percebi que isso não representava um problema de saúde pública: O papel higiênico pode e deve ser jogado no vaso sanitário; o resto de comida vai para o ralo da pia, onde o triturador se encarrega do serviço. Ou seja, não há mal cheiro na lixeira.

Por falar em lixeira, toda casa tem duas lixeiras padronizadas pela Prefeitura. Uma para o lixo comum e outra para o lixo reciclável.
 


Na minha vizinhança o caminhão de coleta passa às quintas-feiras. Na quarta à noite eu coloco as lixeiras na rua, próximas à calçada.

As caixas grandes de papelão, que na época da mudança foram muitas, devem ser colocadas abertas, no chão, entre uma lixeira e outra. É, a coisa é organizada.

O primeiro carro de coleta que passa é o que recolhe as caixas de papelão. Um carrinho pequeno, com um rapaz que dirige, para, recolhe as caixas e volta pro volante.

Depois passa o caminhão que recolhe o lixo comum. Caminhão grande, com volante do lado direito. Não há pessoas recolhendo o lixo. É tudo mecanizado. O vídeo abaixo mostra como é feito.

 

 

Em seguida passa o caminhão do lixo reciclável. Por volta das 9 da manhã já está tudo recolhido.

Na primeira vez que coloquei o lixo na rua, misturei as lixeiras e coloquei o que não devia no recipiente destinado aos recicláveis. Quando fui pegar minhas lixeiras para colocar dentro de casa, havia um bilhete afixado em uma delas. A coleta pedia desculpas, mas como eu não havia seguido o protocolo, infelizmente meu lixo não ia ser recolhido. Senti-me a menos civilizada das criaturas.

Aqui também existe o que se chama de coleta verde. Às segundas-feiras é recolhido o yard waste, ou seja, podas de árvores e folhas. Ao limpar o jardim ou quintal, o lixo deve ser colocado na rua, em frente à casa. Uma escavadeira pequena recolhe o lixo e coloca dentro do caminhão que vem logo atrás. O lixo é encaminhado para programas de compostagem.

 
 
Esse é o tipo de coisa que a gente não aprende nas viagens de férias.
 
 

 

   

terça-feira, 19 de abril de 2016

DIÁRIO DE BORDO - SAN FRANCISCO


Estamos com hóspedes em casa. Como passeio obrigatório para quem nos visita, fomos para San Francisco.

 

DAY 1

Saímos de Davis pouco depois das 3 da tarde. Após 1 hora e meia de carro, chegamos a San Francisco.

Para nossa surpresa, a cidade estava super tranquila e o trânsito fluindo bem.

Fizemos check-in no hotel Grand Hyatt. Fizemos a reserva mais uma vez pelo site Hot Wire.

Demos uma volta pelos arredores do hotel, que fica próximo à Union Square e à Chinatown. Muitas lojas, restaurantes e cafés na região.

À noite, jantamos no restaurante Fogo de Chão, pra matar um pouco da saudade da culinária brasileira.

 
 

Day 2

Tomamos café no Starbucks que fica em frente ao hotel, pois o café da manhã não estava incluído no valor da nossa diária.

De lá, seguimos de carro para o Pier 33, de onde saiu nosso passeio de barco para a ilha de Alcatraz.

Compramos os tickets com antecedência pela internet, pois esta é uma das atrações mais visitadas da cidade.

 
 
 
Alcatraz serviu muitos anos como uma prisão de segurança máxima, tendo sido desativada em 1963, meses após alguns prisioneiros conseguirem escapar. O episódio serviu de enredo para vários filmes e documentários.

No valor do ticket está incluso o áudio tour, que está disponível em vários idiomas, inclusive português.
 
 
 
Você pode entrar nas celas e experimentar a sensação de estar preso em Alcatraz!
 
Na lojinha, um ex-detento de Alcatraz, hoje um senhor já idoso, autografava seu livro, onde conta como foi parar lá e como foram os anos que passou preso. Meu pai garantiu um exemplar! 



 
 
De volta para o Pier 33, pegamos o carro e seguimos para Sausalito, uma cidadezinha que fica do outro lado da Golden Gate.
 
Almoçamos no restaurante The Spinnaker, que tem uma vista linda da Baía de San Francisco.
 
 
 
 
 

Andamos um pouco pelas lojinhas e cafés e voltamos para San Francisco.

Fomos até a Lombard Street, para a tradicional foto no trecho em que a rua mais parece um caracol. De lá, fomos para o Pier 39, que é o mais badalado da orla.

No Pier 39, além das inúmeras lojas e restaurantes, fica o Aquarium of the Bay. Como não tínhamos tempo para visitar o aquário, andamos mais um pouquinho e fomos até o observatório dos leões marinhos.  Além de não precisar pagar nada, é muito mais legal ver os animais em seu habitat natural!

À noite, jantamos no Belden Place, uma região conhecida como o French Quarter de San Francisco. Escolhemos o restaurante Café Bastille. Comida razoável.

 

DAY 3

Tomamos café novamente no Starbucks que fica em frente ao hotel.

Seguimos de carro até o Presidio Park, onde fica localizado o Walt Disney Family Museum.

 
 
O museu é muito rico e bem cuidado, mas não é interessante para crianças pequenas. Arrisco dizer que é um passeio adulto, onde se aprende sobre toda a evolução do trabalho do gênio da animação que foi Walt Disney. Além de vários objetos pessoais, estão expostos também mais de 200 prêmios recebidos pelos Studios Disney, incluindo diversos Oscars.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Após a visita ao museu, fomos até as proximidades do Fisherman’s Wharf para pegar o tradicional bondinho.

Ano passado quando fiz esse passeio (post aqui), paguei 12 dólares pelo ticket de ida e volta. Dessa vez paguei 14 dólares!

Terminado o passeio, voltamos para o hotel e fizemos check-out.

No caminho de volta para casa, almoçamos do outro lado da Bay Bridge, na localidade de Emeryville, em um restaurante da cadeia Black Bear Diner. A decoração do lugar é linda, cheia de desenhos e estátuas de ursos negros, como o próprio nome sugere. A comida é bem farta e o preço justo.
 
 

  

 
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