quinta-feira, 9 de março de 2017

COMO MANTER O INGLÊS?


Quando retornamos para o Brasil, além de nos preocuparmos com recolocação profissional e readaptação do Tomás na escola, uma questão nos afligia: Como manter o inglês do Tomás, já que ele estava falando com fluência e sem sotaque?

Pesquisei alguns cursos de inglês, mas achei que não valeria a pena. Em regra, os cursos nivelam as crianças pela idade. Tomás ficaria na sala com crianças da idade dele, algumas delas que nunca haviam sequer estudado o idioma. Imaginei que ele iria acabar por ficar desestimulado.

Obtive informação de cursos on line. Gostei da proposta de um deles, que oferecia aulas com professores nativos 24 horas por dia, 7 dias na semana. Ou seja, não teríamos dificuldade para encaixar horários. Entretanto, desisti quando soube que se tratava de áudio aulas e não vídeo aulas. Não visualizar o professor talvez funcione para adultos, mas acredito que para criança não seja a melhor opção.

Tentei buscar professores particulares com nível avançado, de preferência nativos ou que haviam morado fora, mas não consegui nenhum com o perfil desejado.

Segui pesquisando e descobri na Internet a Jennifer, professora americana que mora no Colorado, especialista em dar aulas para alunos estrangeiros via Skype. Fiquei um pouco receosa, mas como as aulas são pagas individualmente, por Paypal, resolvi testar. E adorei. Ela é super pontual, atenta à diferença de fuso horário, organizada, dinâmica. Fiz a ela duas exigências: que não usasse Google tradutor e que passasse tarefa de casa. Quanto à tarefa, Tomás faz e envia por e-mail. Maravilhas do mundo virtual.

Além das aulas com a Jennifer e das aulas de inglês do colégio (que apesar de serem mais elementares não deixam de ser um contato com o idioma), busco estimulá-lo de outras formas:

- Livros: Trouxe vários livros que comprei nos Estados Unidos, mas no site Amazon.com.br e nas livrarias Saraiva e Cultura você pode adquirir livros importados com bons preços.
 

 


- Revistinhas em quadrinhos: Em qualquer banca você encontra a revistinha Monica and Friends, da Editora Maurício de Sousa. Mesmos personagens, mesmo formato. Uma maneira leve e divertida de aprender.
 
 
 
 
 
- Filmes/Séries: Desde que retornamos, Tomás assiste filmes e séries no Netflix somente sem legendas. 

- YouTube: Tomás é fascinado pelo YouTube, principalmente os canais de Youtubers adolescentes. Em troca da permissão de assistir vários minutos por dia, exigimos que ele assista apenas canais em inglês.

- Músicas: Nesse quesito não precisamos fazer imposições: a playlist do Tomás é composta somente de músicas americanas que ele passa o dia cantando e que eu não consigo entender nem uma palavra!



 

 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

VIAJANDO DE UNIFORME


Uma ideia que a cada dia tem recebido mais adeptos, principalmente entre os que viajam com crianças, é a adoção de uniformes temáticos.

Seja para comemorar uma data ou simplesmente alegrar a viagem, confeccionar ou comprar camisas para o grupo é algo que já faço há alguns anos.

A primeira vez que viajamos de uniforme foi para celebrar o aniversário do amigo do meu filho. A comemoração foi em alto estilo: um dia inteirinho no Discovery Cove de Orlando, com direito a mergulho com golfinhos.
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em outra oportunidade, viajamos para Nova York para festejarmos os 40 anos do meu marido que, por coincidência, nasceu no dia 04 de julho, dia da independência dos Estados Unidos. Passamos o dia na Big Apple com a camisa que mandamos fazer.
 

 

 
 
 
 
 
 
Na ocasião em que embarcamos no cruzeiro da Disney, sabíamos que haveria a Pirate Night, uma festa com temática de piratas. Para fugirmos da tradicional fantasia, escolhemos uma camiseta igual para as crianças. Elas adoraram.
 
 

 

 
 
 
 
 
 
Uma opção criativa e barata para tornar a viagem de férias ainda mais especial!!
 
 
 
 

 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

10 SOUVENIRS DOS PARQUES DA DISNEY


Não há quem resista a trazer souvenirs de viagem. E quando a magia Disney está envolvida, melhor ainda. Neste post, falarei sobre 10 lembranças que você pode trazer dos parques.

 

1.       Dólar da Disney

Moeda oficial da Disney, o Disney Dollar pode ser usado nas lojas dos parques, resorts, hotéis e restaurantes do grupo. Há notas de 1, 5 e 10 dólares. 1 dólar americano equivale a  1 dólar da Disney. A troca pode ser feita nas lojas ou no Guest Service dos parques. Infelizmente, a impressão dessas cédulas foi suspensa em maio de 2016.

 


 

2.       Álbuns de Fotos

Se você, como eu, imprime as fotos de viagem, nada mais apropriado do que guardá-las nos álbuns decorados com personagens Disney. Nas lojas dos parques você encontra de vários tamanhos, cores e preços.



 


 

3.       Fotos das Atrações

Por falar em fotos, em alguns brinquedos dos parques são instaladas câmeras fotográficas que disparam automaticamente, registrando momentos de descontração e, muitas vezes, de pânico. As fotos ficam expostas na saída das atrações e podem ser adquiridas lá mesmo. Normalmente acompanham porta-retratos.

 


 

4.       Baldes de Pipoca

Espalhados pelos parques há carrinhos de pipoca, sorvete, doces e outras guloseimas. Não se deliciar com tanta oferta é praticamente impossível. Você pode comprar pipoca em baldes temáticos e levá-los pra casa como souvenir.

 




 

5.       Bonecos de Pelúcia

É necessário muito autocontrole para não gastar todo o orçamento da viagem em bonecos de pelúcia. São lindos e há uma variedade enorme de personagens. O ideal é negociar com as crianças o limite de crédito que cada uma tem. Elas tendem a pensar duas vezes quando a questão é gastar o dinheiro “delas”.

 


 

6.       Amenities

Se você está hospedado em algum dos hotéis da Disney ou embarcou em um cruzeiro da Disney Cruise Line, não vai resistir a encher a mala com os sabonetes e os vidrinhos de shampoo, condicionador e hidratante que são colocados todas as manhãs no banheiro.




 

7.       Broches

Você já deve ter notado que os funcionários dos parques andam com um colar (lanyard) com vários broches (pins) afixados. Há uma infinidade de modelos de broches. Você pode adquiri-los nas lojas e trocá-los com os funcionários. Há algumas regras que devem ser seguidas: Apenas broches de metal e em boas condições podem ser trocados; você deve oferecer para troca apenas broches que o funcionário não tenha; são permitidas apenas duas trocas com o mesmo empregado, por dia.

 

 

8.       Pressed Coins

As pressed coins são moedinhas que podem ser adquiridas em máquinas espalhadas pelos parques. Você insere duas moedas de 25 centavos e uma moeda e 1 centavo e escolhe o desenho que deseja ver impresso. Após girar uma manivela, sua moeda fica pronta. Há dessas máquinas em várias atrações turísticas dos Estados Unidos. Você pode comprar o álbum para colocá-las, evitando, assim, perdê-las. Se você quiser usá-la como acessório, pode comprar uma pulseira própria para afixar sua moeda preferida.  

 

 


















9.        Caderno do Magic Kingdom

Você pode adquirir, gratuitamente, na entrada do Magic Kingdom, um caderninho de explorador. Nele há vários desafios. A cada desafio completado, você recebe um adesivo que é colado no caderno. Há vários quiosques espalhados pelo parque, onde os funcionários distribuem os adesivos. Caso você não consiga cumprir tudo o que é proposto, pode guardar o caderno e levá-lo em outra visita.
 




Tomás recebendo seu caderno

 


10.   Caderno de Autógrafos

 Além de tirar foto com os seus personagens favoritos, você pode eternizar o encontro pedindo um autógrafo. Além de comum, isso é incentivado nos parques, com a venda dos Autograph Books. Nele, você colhe a assinatura de heróis, princesas, ratos, patos, cachorros, vale tudo!



Tomás pedindo autógrafo a um dos integrantes do Blue Man Group

 





















 

domingo, 1 de janeiro de 2017

RENOVAÇÃO DE VOTOS MATRIMONIAIS EM PARIS


Em 2016 completamos 15 anos de casados. Bodas de Cristal. Como íamos viajar para Paris no final do ano, resolvi fazer nossa cerimônia de renovação de votos lá.

Como eu não conhecia ninguém que tivesse feito o mesmo, comecei a pesquisar na Internet, sem qualquer recomendação ou referência.

Acabei por descobrir a My Paris Party, uma empresa formada por brasileiros que moram em Paris e que é especializada em eventos.

Com a My Paris Party fiz um pacote com buquê, penteado, maquiagem, fotos e aluguel de carro. Paguei 30% ao fechar o contrato, através de cartão de crédito, e o remanescente foi pago em dinheiro, no dia do evento.

A empresa também cuida da cerimônia. Entretanto, eu queria que a celebração fosse em uma igreja. A Carolina, que foi meu contato lá, informou que para isso, de acordo com as leis francesas, eu ou meu marido deveríamos ter residência fixa em Paris, o que, infelizmente, não era o nosso caso.

Não desisti e continuei minhas pesquisas. Descobri a American Church in Paris, que, como o próprio nome sugere, é uma igreja americana. Lá eles fazem a cerimônia de renovação de votos em inglês, para qualquer pessoa, inclusive estrangeiros, desde que o casamento tenha sido realizado há pelo menos 5 anos.

Enviei minha certidão de casamento por e-mail, com a respectiva tradução juramentada para o inglês. O pagamento da taxa foi feito por Paypal. No valor, além da celebração, estava incluso decoração e música (escolhi, dentre as opções que me foram encaminhadas, as músicas que foram tocadas no órgão da igreja).

 Ainda no Brasil, organizei a recepção na Ladurée da Champs Elysées. Encomendei o bolo, pagando 50% através de cartão de crédito e reservei uma mesa em um dos ambientes privados. Além de nós e do Tomás, participaram dessa comemoração minha sogra, meus cunhados e minha sobrinha.

No dia marcado, às 7 da manhã, chegou ao nosso apartamento (alugamos apartamento em Paris, como falei nesse post aqui) a Renata, que fez meu cabelo e maquiagem. Pelo nome eu achava que ela era brasileira, mas me enganei. Ela é polonesa, mas fala francês e inglês com fluência.

Às 8 chegou a Doris, brasileira do Rio Grande do Sul, trazendo meu buquê. Como eu havia pedido, meu buquê foi feito com tulipas brancas. A Renata aproveitou para colocar uma no meu cabelo.

Às 8:30 chegou o Jean, motorista brasileiro que nos levou para a igreja. Chegando lá, a Letícia, fotógrafa também brasileira, já estava nos esperando.

Conversamos com o Reverendo Morgan, que nos explicou como seria a cerimônia e nos mostrou o “jornalzinho” que seria distribuído para os convidados poderem acompanhar a celebração. Tudo personalizado. Organização nota 10.






 

Pontualmente às 9:30 iniciou-se a celebração, que durou cerca de 30 minutos. Ao final, assinamos uma certidão, que nos foi gentilmente entregue junto com a Unity Candle, a Vela da União, que havíamos acendido durante a cerimônia.





 


 
 
 
 
Após algumas fotos, Jean nos pegou na Igreja e seguimos, juntamente com a Letícia, para um ensaio fotográfico de 2 horas por Paris. Torre Eiffel, Louvre e Pont Neuf foram alguns dos cenários.









 













Esgotado o tempo, Jean nos deixou na Ladurée, onde uma mesa no Salon Bibliothèque, no primeiro andar, nos esperava. No centro dela, nosso bolo, com direito a noivinhos do século XVIII no topo.



 

Almoçamos escolhendo os pratos do próprio cardápio, pois como éramos poucos, preferi não delimitar as escolhas. Tudo acompanhado de Champagne Ladurée.




 













As fotos foram disponibilizadas pela Letícia em 3 semanas. Após escolher a quantidade de fotos contratadas, ela editou e as encaminhou em alta e baixa resolução.

Tudo perfeito e aprovado. Um dia que ficará marcado para sempre. E que venham outros 15 anos, pois sempre haverá Paris!

 

 



 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2016 - PARTE 2




Post sobre a segunda parte da nossa viagem para a Europa. Para ler sobre a primeira parte, basta clicar aqui
 
 
DIA 5

Tomamos café na padaria Paul, na estação de metrô Opéra. Mais um dia em que os metrôs funcionaram gratuitamente.
 

Andamos na roda gigante da Place de La Concorde. Linda vista da cidade.

 
 
 
De lá, fomos na Igreja de La Madeleine, pois já havia passado em frente várias vezes mas nunca tinha entrado. A igreja é linda e coincidiu de estar sendo celebrada uma missa, com direito a violinista tocando Ave Maria. Emocionante.
 
 
 

Em seguida, fomos para a Champs Elysées, onde Tomás realizou o sonho de andar de Ferrari. Você pode alugar, por 25 minutos, uma Ferrari ou uma Lamborghini.
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Almoçamos no restaurante L’Avenue, que fica na Avenue Montaigne, a avenida das boutiques de luxo, como Chanel, Valentino, Givenchy e Prada. Excelente comida. Na avenida, destaque para o candelabro da decoração de natal da Maison Dior.

 
 
 
À noite, fomos para o Lido, assistir ao espetáculo “Paris Merveilles”. Já havia ido para o Moulin Rouge e não havia gostado. Esperava gostar do Lido, mas também não gostei. Levei o Tomás, pois a entrada de crianças é permitida e gratuita. Contudo, a exemplo do Moulin Rouge, as dançarinas ficam boa parte do espetáculo com os peitos a mostra, o que achei inadequado.




Saindo do espetáculo, comemos no Burger King e fomos pra casa.

 

DIA 6

Tomamos café em casa e fomos pegar o carro que havíamos alugado na Hertz.

Com o carro, fomos para o Vale do Loire, que fica a cerca de 190km de Paris.


Visitamos dois castelos: O primeiro, Chambord. Imponente, é o maior castelo do vale. Depois visitamos Chenonceau, que fica a cerca de 65 km de Chambord. Apesar de bem menor, achei mais bonito que o primeiro.


Castelo de Chambord



 
Castelo de Chenonceau


Castelo de Chenonceau
Castelo de Chenonceau



 
 
 
 
 



Levamos comida de casa, o que acabou por ser nosso almoço.
 
Voltamos para Paris e devolvemos o carro.
 
Pegamos um Uber e fomos jantar no restaurante Pasta Papá, que eu adoro. Comida farta e preço justo.

Também de Uber, voltamos para casa.

 

Dia 7

Tomamos café em casa. Os metrôs voltaram a circular normalmente, com cobrança de ticket.

Fomos até a Benelux, uma loja que fica na Rue de Rivoli e que vende perfumes com descontos.

De lá, seguimos a pé até o Palais Royal, onde Tomás brincou nas colunas de Buren.

 
 
Almoçamos no Bistrot Richelieu. Ótimo atendimento e menu infantil.

De lá, seguimos para o Marché de Noël. Achei que fosse encontrar muitos itens de decoração, mas o forte da feirinha são as comidas e bebidas. Tomás patinou no gelo (a pista de patinação do Hôtel de Ville ainda não estava montada) e fui com ele no Train Fantôme Thriller, um trem fantasma bem bobinho, mais indicado para os menorzinhos.
 
 
 
 

Jantamos no Romantica Caffé, um restaurante que sempre frequentamos e que fica próximo aos Invalides.

Voltamos para casa de Uber. Hora de arrumar as malas.

 

DIA 8

Pegamos um Uber para o aeroporto de Orly.

Voamos de Paris para Lisboa e de Lisboa para Fortaleza pela TAP.

É sempre bom voltar pra casa.
 
 
 
 
 
 

 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2016 - PARTE 1


DIA 1

Saímos de Fortaleza no voo da TAP em direção a Lisboa.

Chegamos em Lisboa por volta das 11 da manhã. Como ainda tínhamos algumas horas até nosso voo para Paris, pegamos um táxi e fomos para a Praça do Comércio.


Almoçamos no Restaurante do Museu da Cerveja. Destaque para o pastel de bacalhau.

 

 
Pegamos um táxi de volta ao aeroporto e embarcamos para Paris também pela TAP.

Chegando em Paris, pegamos um transfer da empresa Prestige Private Transfer, que havíamos contratado ainda no Brasil.

Não nos hospedamos em hotel. Alugamos um apartamento novamente pelo site Abritel (Já fiz um post aqui no blog explicando tudo sobre aluguel de apartamento em Paris. Para ler, basta clicar aqui). Dessa vez ficamos no bairro do Marais, pertinho do Centro Georges Pompidou.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Deixamos as malas no apartamento e demos uma volta a pé, onde paramos para jantar no Restaurante Chouchou. Cardápio variado e excelente atendimento.
 

DIA 2

Acordamos e fomos tomar café no Mc Donald’s. De lá, saímos a pé, passando pelo Hôtel de Ville, Catedral de Notre Dame e Quartier Latin.
 

Hotel de Ville
 
 
Pegamos o metrô e fomos para a Champs Elysées, onde o Marché de Noël, a tradicional feirinha de Natal de Paris, já estava montada.    

Almoçamos no restaurante Au XV du Rond Point, onde o Tomás disse ter comido a melhor mousse de chocolate da vida.

 
 
De metrô, seguimos para a Lavinia, uma loja especializada em vinhos. Do lado, um mercado Monop’, onde fizemos compras para o apartamento.

Pegamos um táxi e fomos para casa, onde fizemos o jantar como uma família parisiense.

 

DIA 3

Tomamos café da manhã em casa e fomos para a estação de metrô, onde soubemos que, em virtude do alto índice de poluição na cidade, os metrôs estavam circulando gratuitamente, como uma forma de incentivar as pessoas a deixar os carros em casa.

Pegamos o metrô e fomos para as Galeries Lafayette. A decoração de Natal deste ano tem como tema ursos polares. Não gostei muito, pois achei que faltou o brilho que é inerente à loja.
 

 

Após visitar o prédio de moda feminina, atravessamos a rua e fomos para o prédio de moda masculina. Depois, fomos para o edifício Gourmet, onde há vários quiosques vendendo todo tipo de comida. Almoçamos por lá.

De metrô, seguimos para Montmartre. Dessa vez, consegui tirar foto no Mur des Je t’aime (Muro dos Eu te Amo), que é um muro onde está escrito a frase “Eu te Amo” em mais de 300 línguas.

 
Como o funiculaire que sobe para a parte mais alta do bairro não estava funcionando, pegamos um táxi. Após caminhar um pouco, escolhemos jantar no restaurante La Mère Catherine. Comida boa e música ao vivo. Acertamos na escolha.

Descemos a pé até a estação, onde pegamos o metrô pra casa.

  

DIA 4

Esse ano completei 15 anos de casada. Aproveitei que estaríamos em Paris e organizei nossa Renovação de Votos Matrimoniais, com direito a igreja, buquê, fotos e bolo. Vou fazer um post exclusivo sobre essa celebração.

Tomamos café em casa. A renovação de votos se estendeu por todo o dia.

À noite, fomos conhecer o Budha Bar, que existe em várias cidades do mundo. É um bar muito bacana, com uma decoração maravilhosa, mas os preços são bem altos. Tomamos apenas alguns drinques, acompanhados de sushi, e seguimos para o Quartier Latin.
 
Budha Bar


O metrô estava circulando gratuito novamente.

Jantamos em uma das várias lanchonetes que servem pratos árabes, como kebab, falafel, e shawarma.  

 Voltamos para casa de metrô.
 
 
 
 
 
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